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Finanças pessoais - Para usar crédito, é preciso ter poupança, defende diretor da Febraban 

Data: 05/04/2011

 
 

Fazer com que as pessoas associem a poupança ao crédito é um dos objetivos da educação financeira que, na opinião do Diretor de Educação Financeira da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Fábio Moraes, também é uma função dos bancos. “Nós da Febraban estamos empenhados em ajudar nisso, afinal, as pessoas vêm até nós em busca de crédito”.

Para Moraes, “é importante que o consumidor entenda que, se ele tiver uma poupança, ele terá uma melhor relação com o crédito. Dar uma entrada no que se pretende comprar e usar o crédito para finalizar o pagamento é o ideal. Assim ele paga menos taxas, ou seja, paga menos pelo produto”, explicou o diretor durante o 1º Congresso de Mercados Emergentes.

Além disso, o diretor afirma que o objetivo da entidade é que as pessoas entendam que o importante não é apenas consumir, mas ter uma reserva financeira, que lhe garanta mais segurança e independência. “Uma pessoa que poupa tem mais segurança caso precise mudar de emprego ou de residência, por exemplo. Sem falar que, com uma poupança, caso as coisas não saiam como o planejado, ela tem condições de pagar suas dívidas e não ficar com o nome sujo, o que é um grande medo do consumidor brasileiro”.

Dúvidas
O especialista contou ainda que, por meio de pesquisas realizadas a pedido da Febraban, a entidade percebeu que as principais dúvidas dos consumidores são:

1-) Como conseguir empréstimo

2-) Como limpar o nome

3-) Como fazer um orçamento

“A ordem está errada. A pessoa só se preocupa em fazer um bom orçamento, quando já está com o nome sujo. Isso precisa mudar e só muda com educação financeira. Não cabe aqui discutir quem é que deve educar, se é a mãe, a professora ou o governo. Nós queremos que os bancos também participem desse processo”.

Por fim, Moraes explicou que percebe que, embora as classes emergentes tenham evoluído na forma como se relacionam com o dinheiro, ainda há muita coisa que deve ser mudada. “Hoje vemos que as classes C e D controlam apenas as grandes despesas, não se preocupam com as taxas cobradas e desconhecem os produtos bancários. Sem falar na atração pelo consumo. Tudo isso pode fazer com que elas entrem em um buraco financeiro sem volta. Por isso, educação financeira é fundamental para termos consumidores conscientes e poupadores”.



 
Referência: InfoMoney
Autor: Tabata Pitol Peres
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