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Carro / Veículo - Os prós e contras de comprar um carro que saiu de linha 

Data: 18/05/2010

 
 
Apesar de os preços serem mais convidativos, o comprador pode perder em tecnologia e tempo de manutenção

Preços de carros saindo de linha ou que serão remodelados, podem compensar depreciação

Promoções, ofertas de opcionais e ótimas condições de pagamento são tudo aquilo que um interessado em comprar um automóvel gostaria de obter de um vendedor. Impossível? Nem sempre. Principalmente se estivermos falando de um modelo que ganhará uma nova versão ou deixará de ser produzido pela montadora em breve. Mas vale a pena comprar um veículo prestes a sair de linha? Muitas vezes é uma boa idéia, dizem especialistas.

Uma das grandes vantagens em adquirir um veículo, seja aquele que esteja para sair de linha ou que irá passar por uma remodelação, são as promoções e vantagens oferecidas pelas lojas ao cliente. Trata-se de um negócio que pode ser vantajoso para ambas as partes. As montadoras precisam limpam seus pátios para o próximo lançamento. Já o consumidor sai com um carro 0 km da loja por um preço que pode se encaixar direitinho no orçamento.

Se é um bom negócio comprar um veículo que será redesenhado ou não, depende do tempo que se pretende rodar com ele. No momento em que um carro 0 km é licenciado, ele automaticamente sofre uma desvalorização que vai de 10% a 15% do valor. Por isso, pode ser uma vantagem para quem pretende ficar mais de dois anos com o carro e uma má notícia para quem troca de modelo a cada ano.

"Se você rodar por mais de dois anos com um veículo, a depreciação ao longo dos anos será compensada pelo bom preço que foi pago na hora da compra", explica Paulo Roberto Gorbassa, professor da pós-graduação em Gestão Automotiva da FEI. "Agora, se você quiser trocar o veículo em menos de dois anos, ele será um seminovo, independente de ter rodado pouco. Portanto, suscetível a desvalorização."
 
É preciso também levar em consideração que um veículo 0km será sempre considerado novo independente do modelo ou do ano de fabricação. "Essa história de que o carro tem que ser o último lançamento é bobagem. Algumas montadoras já lançaram modelos 2011 numa estratégia para antecipar o desejo do consumidor", explica Sérgio Reze, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). 

O consumidor deve verificar se a nova versão de um veículo inclui mudanças estruturais ou apenas cosméticas. Um carro que ganha pela primeira vez uma versão flex pode ser considerado um carro que se aprimorou de um ano para o outro. No entanto, muitas vezes um modelo simplesmente ganha faróis com um design novo, por exemplo. "É comum que as diferenças entre uma versão e outra sejam mais no acabamento que na estrutura básica do motor", diz Reze.

Fim da linha

Em relação aos carros que irão efetivamente sair de linha, a preocupação com relação à manutenção e à rede de fornecimento de peças é pertinente. Apesar do carro ainda ser um 0 km, a revenda no futuro pode ser mais difícil. "Ele não deixa de ter seu valor no mercado, mas isso vem amarrado à dependência que a pessoa irá ter nas lojas ao trocar as peças", esclarece Edson Esteves, engenheiro mecânico e professor da FEI.

Com o passar do tempo, a dificuldade em se conseguir peças para o automóvel ficam mais difíceis. "Apesar das montadoras serem obrigadas por lei a manter a linha de produção das peças destes veículos por até 10 anos, em cinco anos já nota-se a dificuldade em encontrar as peças e assistência técnica para o veículo", explica Esteves.

Exemplo desta situação é o caso do jornalista Mahani Siqueira, proprietário de uma Elba 96. De acordo com ele, o problema na manutenção do automóvel, herdado do pai, nunca foi achar um mecânico para realizar os reparos nem a falta de peças, mas sim o tempo que leva para ter o carro de volta na garagem depois de qualquer tipo de manutenção.

"As peças existem, mas os mecânicos dificilmente contam com elas em mãos para consertar o veículo num curto período de tempo", explica o jornalista. Ainda segundo Siqueira, em situações nas quais um carro "em linha" demoraria cerca de duas semanas para ser consertado, ele teve de aguardar mais de um mês para voltar a dirigir sua Elba.



 
Referência: Portal Exame
Autor: Gabriela Ruic
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