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Carreira / Emprego - Desemprego: Como sobreviver ao desemprego, com o moral e o orçamento intactos? 

Data: 30/05/2007

 
 

Nessa época do ano, boa parte das empresas aproveita para fazer um balanço do ano que termina. Esta análise, contudo, nem sempre é positiva e pode acabar culminando com o corte de alguns postos de trabalho.

Assim, por mais que o espírito natalino esteja no ar, não são raros os casos de pessoas que acabam perdendo o emprego nesta época do ano. Se alguém passou por isso a hora não é de lamentação, mas de fazer as contas e planejar ao máximo os próximos passos.

Mantenha a calma e negocie
Nem sempre a perda do emprego é um reflexo da sua capacidade como profissional, e é preciso que você se conscientize disso. Cada vez mais, bons profissionais são sacrificados no mundo corporativo, ou porque atuam em áreas que deixaram de ser prioritárias, ou porque trabalham em setores que estão em declínio.

Por outro lado, se você perdeu o emprego por não ter um bom desempenho é importante refletir o porquê disso. Você não gostava do que fazia? Não estava capacitado para a posição? Ou simplesmente nunca foi bem orientado? Qualquer que seja a razão pela qual foi desligado procure aprender com seus erros. Por exemplo: se não foi bem orientado, no futuro não deixe passar dúvidas, simplesmente pergunte mais!

Se você foi vítima da situação, ou seja, sempre foi um profissional responsável, mas ainda assim acabou sendo cortado por uma necessidade financeira da empresa, tente usar isso a seu favor. Muitas empresas acabam sendo mais generosas na demissão de bons funcionários, seja porque optam pelo pagamento de uma indenização maior, ou porque não suspendem imediatamente alguns benefícios, como plano de saúde.

Mesmo que não lhe ofereçam este tipo de benefício, você não perde nada pedindo. Se efetivamente você foi leal, e fez um bom trabalho, é provável que seu chefe esteja chateado com a situação, e disposto a apagar isto lhe garantindo um pacote financeiro mais atrativo.

Mente e bolso sanos
Agora é hora de fazer aquele ajuste orçamentário que você vinha adiando por meses. Se, até agora, você ainda não elaborou uma planilha de controle de gastos, então não há tempo a perder. Organize suas contas, começando pelas despesas. Para onde está indo seu dinheiro?

Analise seus gastos com frieza e seriedade, e corte tudo aquilo que julgar possível. Você realmente precisa contratar serviço de espera ligação no seu telefone e celular? Será que não está assinando muitas revistas, que sequer tem tempo de ler? Será que você precisa lavar o carro toda a semana? Não pode encontrar os amigos em casa ao invés de pagar consumação mínima em bar?

Dê prioridade ao pagamento de prestação da casa própria, alimentação, contas de água, luz e energia e a fatura do cartão. Por mais que isso pareça estranho, não atrase cartão, mesmo que não tenha como pagar. Avise a empresa sobre sua situação antes do vencimento da fatura e procure uma negociação. Faça isso por telefone e confirme por escrito. A menos que esteja considerando vender o seu carro, não deixe de pagar o seguro; o mesmo vale para o plano de saúde.

Por mais difícil que seja, pois nesta hora tudo o que você quer é não ver ninguém, não se esconda, e tente manter algum tipo de lazer e entretenimento. Isso não necessariamente implica em gastos elevados. Nas grandes cidades existem várias opções de lazer gratuito; é só procurar. Seja realista, fechar-se em casa e se tornar um recluso não vai ajudar na sua recolocação profissional. Além disso, é preciso manter a auto-estima, e ficando sozinho em casa isso se torna bem mais difícil.

Isso sim é uma emergência
O desemprego representa uma situação de emergência. Portanto, se você tem uma reserva para este fim, esta é a hora de usá-la. Dependendo do quanto acumulou, e dos cortes que adotou no seu orçamento, é possível que consiga viver só dos rendimentos, senão, saque apenas o estritamente necessário: por mais que você seja uma vítima da situação, você não sabe quando será recolocado.

A recolocação está cada vez mais difícil, e muitas vezes quando acontece se dá sob termos menos favoráveis que os do seu antigo emprego, de forma que o melhor é adotar um plano de reeducação financeira, e se preparar para o pior. A menos que seja inevitável, evite sacar o dinheiro que aplicou na previdência privada. Ou se sacar, deixe esta quantia por último. Dê preferência ao dinheiro que está na poupança, ou em outra aplicação. A razão para isso é simples, em alguns destes planos, se sacar antes de dois anos, pode acabar incorrendo em perdas, o que deve ser evitado.

Não ceda à tentação de comprar com cartão de crédito, ou usar o limite do cheque especial. A realidade em geral é outra, e o que acontece é que as pessoas vêem o cartão e o cheque como situações temporárias, que serão rapidamente superadas assim que encontrarem um novo emprego. Isso não é verdade. Bastam alguns meses de uso intenso do cartão para que você se atole em dívidas. Mais ainda, um histórico ruim de crédito pode dificultar a sua recolocação.

Dê uma olhada ao redor. Vale mais a pena vender alguns itens dos quais precisa, do que ficar se financiando no cartão. Por que não vender aquela segunda TV que você tem, ou parte das roupas que atolam seu guarda-roupa para uma loja de segunda mão?

Esperando a chuva cair?
Você é daqueles que sabe que vai chover, mas mesmo assim não leva guarda-chuva? Se já vem sentindo sinais de que seu emprego pode estar em jogo e ainda não tem uma reserva de emergência, está mais do que na hora de começar. Procure juntar o equivalente à pelo menos três meses de salário, mas idealmente acumule o máximo que puder.

Para tanto evite compras por impulso, e não espere mais para cortar despesas. Uma estratégia para quem conta com um cônjuge que trabalha é fazer um esforço e, por alguns meses, tentar viver como se apenas um dos dois estivesse trabalhando. Por mais que seja difícil o esforço vale a pena, e evita que você se ensope caso a chuva realmente venha a cair.

Planejar-se para este tipo de situação ajuda, não só a preservar seu orçamento, como, principalmente, a garantir sua auto-estima e moral. Ambos imprescindíveis para uma rápida recolocação profissional.



 
Referência: -
Aprenda mais !!!
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