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Saúde - Estresse: é possível dar a volta por cima sem pagar ajuda profissional 

Data: 30/07/2008

 
 

A era em que vivemos é permeada por excesso de informações e por um avanço nos aparatos tecnológicos, o qual torna nossos conhecimentos obsoletos cada vez mais rapidamente. As demandas da vida moderna são tantas que nem mesmo temos tempo de cuidar dos problemas pessoais. Resultado: além do estresse físico e mental, acabamos por desenvolver estresse emocional.

Assim, podemos falar do estresse do executivo, do gerente, da dona de casa e até mesmo da criança. Ele deprime o sistema imunológico, endócrino e o nervoso autônomo, facilitando o desenvolvimento de doenças. A boa notícia é que é possível combater o problema sem precisar pagar por uma ajuda profissional.

Doenças psicossomáticas
Os sinais do corpo se multiplicam sob diversas formas. Algumas delas são: falta de concentração, sensação de taquicardia, astenia psíquica (desânimo), tremores, sudorese, dor de cabeça, pressão alta, problemas digestivos e de intestino, cardíacos, ansiedade e depressão.

Segundo a psicóloga Olganir Merçon Tezolin, autora do livro "Stress: você pode controlá-lo", existem 3,5 mil doenças psicossomáticas - que atingem o corpo, mas têm origem na mente -, que vão da gastrite a alguns tipos de câncer.

Não banalize o estresse
Ela alerta que é importante levar o problema a sério. "Hoje em dia, há uma banalização do estresse. As pessoas que sofrem de estresse não tratam o problema como deveriam. Por exemplo, o desânimo pode ser sinal de estresse. Mas quando alguém está sem vontade de fazer nada, os outros logo falam que é preguiça. Para muitos, estresse é frescura".

"Na realidade, estresse é um sinal de que as coisas não vão bem, de que é necessário parar", acrescenta, ao lembrar o mito de que tirar férias pode resolver tudo. "Se o estresse for somente físico, como o de um atleta cuja rotina exige muito esforço físico, de fato, tirar férias ajuda. Mas se for mental ou emocional, a pessoa pode estar no paraíso que não irá adiantar, pois ela levará a mente e as emoções consigo."

A psicóloga ainda lembra que o fato de o indivíduo estar mental e emocionalmente bem agora não significa que não irá apresentar sintomas de estresse. "Se a pessoa passou anos estressada, ela pode apresentar sinais de estresse mais tarde, quando já tiver se recuperado do problema."

Os tipos de estresse
De acordo com os especialistas, um pouco de estresse não faz mal a ninguém, uma vez que existe um tipo da doença que é necessário, aquele que nos dá impulso para realizarmos as tarefas e obtermos êxito. Mas além desse tipo, existem outros três: o emocional, o mental e o físico.

A causa do estresse emocional quase sempre é bastante pontual, como a perda de um ente querido, o fim de um relacionamento ou o fato de ter alguém da família doente. Já o estresse mental diz respeito ao desgaste no dia-a-dia, à pressão no trabalho, às horas perdidas no trânsito todo santo dia, às cobranças ou ao excesso de informações, com as quais o profissional precisa aprender a lidar.

Solução
Uma forma de dar a volta por cima, mesmo sem dinheiro para buscar ajuda profissional, é aprender técnicas de relaxamento e meditação, na opinião de Olganir. "Meditar é uma forma de treinar a mente, mas, para isso, é necessário ter disciplina. No livro, ensino algumas técnicas. Aliás, o livro é resultado de anos de trabalho com pacientes que sofrem de estresse", revela.

No trânsito, o motorista pode colocar uma música tranqüila e tentar abstrair aquela situação estressante. É possível fazer uma espécie de meditação, mesmo estando dentro de um carro.

Já no trabalho, a dica é fazer pausas rápidas em algum lugar calmo. Um cantinho especial para os funcionários relaxarem é realidade em muitas organizações avançadas no quesito qualidade de vida, mas, se não é o caso da sua empresa, encontre seu próprio cantinho, que pode ser na sala de café, em um jardim ou até no banheiro.



 
Referência: InfoMoney
Autor: Karin Sato
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