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Investimentos / Fundos - Fundos de investimento: como escolher a gestora da maneira correta? 

Data: 15/10/2011

 
 
Colocar o seu dinheiro em um fundo de investimento pode parecer uma tarefa fácil para a maioria dos investidores. Isto porque, teoricamente, o gestor fará todo o trabalho de alocação de portfólio, sem que você tenha de se preocupar.

Entretanto, você tem um trabalho importante de escolher a gestora que irá trabalhar com o seu dinheiro e fazê-lo render conforme aquilo que você espera. Por isso, antes de optar por determinada asset management (gestora de recursos), é interessante se atentar para algumas questões importantes.

O planejador financeiro Valter Police, da Police Consultoria, afirma que, para o investidor de varejo, é um pouco complicado ter parâmetros para analisar uma asset, mas existem algumas dicas que podem ajudar na escolha de uma boa gestora de valores.

“Em primeiro lugar, é interessante que o investidor procure referências sobre aquela instituição”, afirma o planejador. “Se ele tem amigos ou conhecidos que investem com esta gestora, fica mais fácil ter informações sobre o trabalho desenvolvido e saber se os clientes estão satisfeitos ou não”, completa.

O diretor da Valore Investimentos Personalizados, Sérgio Quintella, concorda. “É importante que o investidor conheça a asset, veja se é uma instituição idônea, se tem boas referencias no mercado”, diz.

Visita à gestora
Outra dica de Police é que o investidor procure fazer uma visita à gestora, para conhecer os profissionais que lá trabalham e entender um pouco do funcionamento da empresa. “Nesta visita, ele pode tentar conhecer um pouco mais sobre a política de trabalho da gestora e ver se será bem atendido, dá para ter uma boa percepção pessoal sobre a empresa”, afirma Police Júnior.

Além disso, pela internet, na própria página da asset, é possível conseguir mais informações sobre os gestores e os fundos de investimento disponíveis. “Você pode verificar se é uma gestora que está há pouco tempo no mercado ou se já está mais consolidada”, diz Police.

“Mesmo que faça pouco tempo que a empresa funciona, é interessante observar o currículo dos gestores, que geralmente fica disponível no próprio site, e observar se eles já atuaram em outras assets, se já possuem um currículo mais estabelecido no mercado”, continua o planejador.

Desempenho dos fundos
Também na página das gestoras ficam disponibilizados os fundos abertos para captação, com lâminas que informam quais taxas são cobradas, quem é o público-alvo, os valores mínimos para aplicação, resgate e aportes, os prazos para aplicação e resgate, além de diversas outras informações importantes que podem e devem ser consultadas, de acordo com os especialistas.

Segundo Police, é interessante que o investidor analise os dados do fundo e o histórico antes de escolher por determinada instituição. “O ideal é que seja observado o desempenho dos últimos 24 e 36 meses, e não apenas do último ano”, aconselha. “O bom desempenho atingido em um ano pode ter sido até mesmo fruto de acaso, o que dificilmente acontece quando você analisa o histórico de dois ou três anos”, completa o planejador.

O diretor da Valore concorda que é interessante olhar o histórico dos fundos antes de optar por determinada asset. “É claro que o desempenho passado não é garantia de rentabilidade no futuro, mas, quando você observa um fundo com um histórico mais antigo, você consegue analisar se este fundo tem tido bons resultados”, afirma Quintella.

Boa regulação
Sérgio Quintella ressalta que o investidor brasileiro que opta por aplicar em fundos de investimentos está amparado por uma regulação firme e, por isso, pode ter mais tranquilidade para fazer as suas aplicações. “O mercado brasileiro é bastante rigoroso e criterioso em relação às assets”, afirma Quintella.

Ele lembra que, no caso de quebra de um banco que possui uma asset, quem tem valores aplicados na gestora não precisa ter grandes preocupações. “O banco não pode resgatar o dinheiro do fundo para honrar a sua dívida”, afirma. Além disso, ele diz que o fundo tem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) próprio. “Quando o Banco Santos faliu, por exemplo, o patrimônio líquido (PL) do fundo foi imediatamente transferido para uma gestora de emergência”, diz Quintella. “O PL do fundo é blindado”, conclui.



 
Referência: InfoMoney
Autor: Diego Lazzaris Borges
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Abaixo colocamos mais algumas dicas :

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