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Carreira / Emprego - Retenção de talentos é processo crítico nas empresas de capital fechado 

Data: 09/09/2008

 
 
Reter profissionais é importante para o sucesso, no longo prazo, de todas as empresas, mas é "particularmente crítico para as empresas privadas não listadas em bolsas", garante o sócio da Terco Grant Thornton, Wanderlei Costa Ferreira.

"O recrutamento é um processo caro e uma organização que está sempre perdendo seus talentos não vai progredir e crescer. Além disso, mudar constantemente de colaboradores aumenta o trabalho de quem permanece na companhia, criando desconforto na equipe", explica.

A afirmação tem como base resultados da pesquisa International Business Report, da Grant Thornton International, representada no País pela Terco Grant Thornton, uma das maiores empresas de auditoria e consultoria do Brasil, que constatou que os gastos das empresas privadas não listadas em bolsas com o pagamento de seus staffs subiram 63% nos últimos doze meses. Já os custos com o recrutamento e a retenção de pessoal ficaram 59% mais altos.

Mercado competitivo pressiona empresários
Ao que tudo indica, os empresários notaram a importância do capital humano frente a um mercado cada vez mais competitivo. Na opinião de Ferreira, a falta de funcionários altamente capacitados está levando a uma revolução dentro das organizações, que hoje se preocupam mais também com a sucessão de gerentes.

"Os empresários já perceberam que não é apenas o salário que atrai os executivos, então muitas empresas já oferecem benefícios diferenciados", exemplifica. Para ele, funcionário motivado é uma das melhores formas de marketing com que uma empresa pode contar. "Por isso, as organizações estão se esforçando para agradar o staff e manter seus profissionais", garante.

O funcionário certo para a vaga certa
A pesquisa, que ouviu 7.800 empresas de 34 países, constatou que a China é a nação com o percentual mais alto de empresas que estão gastando com suas equipes, com um total de 91%. Já o Brasil aumentou os gastos em 66%, obtendo uma média próxima da mundial, que é de 63%. Participaram da pesquisa 150 organizações brasileiras, sendo cem de São Paulo, 25 do Rio e 25 de Salvador.

Países emergentes, como Índia (86%), Turquia (85%), Polônia (82%) e África do Sul (82%) são os que apresentam os gastos mais significativos. "São os países emergentes que têm sido mais afetados pelos custos com funcionários", explica o líder global da área de empresas não listadas em bolsas da Grant Thornton International, Alex MacBeath.

Mas a questão vai além do custo envolvido na contratação de empregados. As empresas preocupam-se também em encontrar os talentos e mantê-los. Na média, 59% das companhias ouvidas afirmaram ter gasto valores maiores nos últimos 12 meses para encontrar e manter funcionários adequados às vagas, de executivos a trabalhadores braçais. Também perto da média global, 61% das empresas brasileiras pesquisadas disseram ter gasto mais para preencher as vagas.

Há países, no entanto, em que os gastos com recrutamento são bem maiores do que a média mundial, como no Vietnã (84%), China (81%), Índia (79%) e México (79%). "A falta de colaboradores e o aumento da competição estão levando as empresas de capital fechado a criar políticas de recrutamento e retenção de pessoal", explica MacBeath.

Preocupação com sucessão de gerentes
Organizações também estão preocupadas com a sucessão de seus gerentes e diretores. Por isso, 57% responderam que estão dando treinamento e criando oportunidade de ascensão aos funcionários.

Observe a escalada de aumento de custos com staff:

 
País Percentual de aumento
China 91%
Índia 86%
Turquia 85%
Argentina 75%
Brasil 66%
Média global 63%
Canadá 61%
Alemanha 57%
México 53%
EUA 48%
Japão 17%

Fonte: Terco Grant Thornton

Aumento de gastos com recrutamento e manutenção de equipes:

 
País Percentual de aumento
Vietnã 84%
China 81%
Índia 79%
México 79%
Brasil 61%
Média global 59%
Grã-Bretanha 49%
Alemanha 48%
Singapura 30%
Japão 3%

Fonte: Terco Grant Thornton


 
Referência: -
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